segunda-feira, 19 de junho de 2017

Como escolher o melhor bairro para morar?

Escolher um novo lugar para morar não é nada fácil. Afinal, além de encontrar um imóvel com uma boa estrutura e com um valor que cabe no seu bolso, é preciso avaliar ainda a localidade. A seleção de um bairro pode ser o primeiro passo na hora de comprar ou alugar um imóvel e ser um fator decisivo para fechar ou não um contrato. 

Para acertar, é fundamental avaliar suas expectativas e se informar sobre a vizinhança, as proximidades e facilidades da região. Um bairro que combine com a sua rotina e seu estilo de vida impacta diretamente na qualidade de vida - tanto quanto (ou até mais!) que o tamanho dos cômodos ou o preço do aluguel.
Confira a seguir algumas dicas que vão contribuir para um processo de escolha mais claro e mais próximo do sucesso.
Pense na sua rotina
O que você e sua família costumam fazer todos os dias? Procurar por um bairro que facilite a rotina dos moradores é o primeiro passo para acertar na decisão. Se você tem filhos, por exemplo, pode ser uma boa aposta optar por um bairro próximo à escola.
Caso não seja possível morar perto dos locais que fazem parte da rotina dos moradores - como escola e trabalho - procure por bairros que ofereçam fácil acesso a esses pontos. Verifique as condições de trânsito e as linhas de ônibus ou metrô próximas à região.
Considere seu estilo de vida
Aqui é importante ter em mente quais são suas principais necessidades e prioridades. Ainda que bairros familiares possam ser super tranquilos, podem não ser a escolha mais interessante para quem tem uma vida social ativa e gosta de estar em locais mais badalados, por exemplo. Do mesmo modo, uma família com crianças pequenas pode não se dar bem em um bairro universitário, que costuma ser mais movimentado.
Informe-se sobre a segurança
Segurança é indispensável. Antes de bater o martelo em um imóvel, não deixe de avaliar se o bairro é seguro. Observe as condições de iluminação pública, policiamento, câmeras de segurança e movimento na rua, especialmente durante a noite.
Procure por bairros autossuficientes 
Não precisar pegar o carro ou o ônibus toda vez que for necessário comprar alguma coisa no supermercado pode ser uma grande vantagem para sua rotina. Bairros autossuficientes são, no geral, excelentes escolhas para morar. 
Confira se a região tem estabelecimentos como padarias, mercados, farmácias, restaurantes, atendimento médico, lojas e outros pontos comerciais. Parques, praças, bibliotecas e outros centros culturais e de lazer também agregam valor ao local.
Infraestrutura
Não é só a iluminação pública que deve ser alvo da sua atenção: toda a infraestrutura do bairro merece ser observada. Confira como estão as calçadas, verifique as condições de recolhimento de lixo e abastecimento de água e certifique-se de que os espaços públicos estão bem conservados e limpos.
Também é importante avaliar se o bairro é acessível a outras regiões da cidade. A qualidade das vias de acesso e a eficiência do transporte público não devem ficar de fora das conferências. 
Converse com a vizinhança
Mesmo com todas as suas pesquisas e observações, nada se compara à opinião de quem já mora no local. Tente conversar com as pessoas que vivem na região e faça perguntas práticas sobre acesso, transporte, recursos e segurança. Pergunte também se a pessoa está satisfeita com o bairro, há quanto tempo ela mora por ali e o que motivou a escolha. 
Visite o bairro em horários diferentes
Uma rua pode se transformar completamente durante a manhã ou durante a noite. Procure visitar o bairro em diferentes horários para ver de perto como é o movimento, a iluminação pública e o trânsito da região.
Trace seu perfil e suas expectativas para o bairro
Saber bem o que você quer vai diminuir as chances de acabar se mudando para um local equivocado. Depois de pensar em tudo o que é importante para você e avaliar suas possibilidades, vale a pena colocar tudo no papel para visualizar melhor o cenário geral e funciona como uma bússola para cada passo da procura.
Conte com um bom corretor de imóveis
Mesmo seguindo todas essas dicas, pode não ser fácil encontrar um imóvel no bairro certo para você. Para quem não conhece bem a cidade, a situação é ainda mais complicada: por onde começar?
Contar com um bom corretor pode ser a chave para passar por todo esse processo. Procure esclarecer para o profissional tudo o que você espera do local e quais são suas prioridades. Dessa forma, o corretor poderá te indicar opções que estejam alinhadas a seu perfil e apresentar bairros excelentes que você ainda não conhecia.
Por fim, vale lembrar que essa é uma escolha importante, que vai impactar sua qualidade de vida e que nem sempre é simples de alterar. Pesquisar muito, reunir o máximo de informações, pedir opiniões de quem conhece e contar com ajuda profissional faz toda a diferença.

Cuidados para acertar na compra de um imóvel na planta

Cuidados para acertar na compra de um imóvel na planta



Comprar um imóvel na planta pode ser um excelente negócio. Mesmo com reajustes de prestações, esse investimento pode representar uma economia de até 30% comparando-se ao valor do imóvel pronto.
Apesar das vantagens, esse tipo de compra requer cuidados redobrados. Afinal, você estará apostando em algo que ainda não está finalizado, o que pode causar a sensação de que você está dando um tiro no escuro. 
Tomando alguns cuidados e precauções simples é possível evitar grandes problemas e acertar em cheio na compra de um imóvel na planta. Confira nossas dicas!
Pense para frente
A principal característica de um imóvel na planta é que você só vai ter acesso ao bem depois de um tempo. Isso significa que, mais do que considerar suas necessidades e desejos imediatos, é preciso pensar no longo prazo. 
Faça uma projeção da sua rotina e das necessidades futuras para ter clareza do que você precisa buscar nesse imóvel. Se estiver procurando por um imóvel comercial, considere o crescimento da empresa até a previsão de entrega do espaço.
Saiba quanto você pode pagar
Mesmo com a economia, um imóvel na planta exige um planejamento acertado de orçamento. Defina quanto você pode pagar por mês e, quando começar a pesquisar opções, não se esqueça de levar em conta os reajustes nas parcelas para escolher algo que realmente caiba no seu bolso.
Saiba tudo sobre a construtora
Casos em que imóveis comprados na planta não são entregues como deveriam, atrasam muito na conclusão ou de fraudes são frequentes no mercado. Portanto, é fundamental checar o histórico da construtora para se certificar de que trata-se de uma empresa idônea.
Procure por informações na internet, converse com os funcionários para tirar todas as suas dúvidas, localize clientes e verifique suas impressões e satisfação na relação com a empresa.
Atente-se aos detalhes
Como você não pode conferir cada cantinho do imóvel pronto, é de extrema importância que cada detalhe da planta seja analisado com cuidado. Confira todas as medidas, pergunte tudo o que será incluso e observe a maquete com muita atenção. Assim, você entende exatamente o que está sendo oferecido e evita surpresas na entrega.
Acompanhe tudo de perto
Nada de fechar o negócio, começar os pagamentos e esperar pela entrega completamente alheio ao desenvolvimento das obras! O ideal é acompanhar todas as etapas do processo de perto: visite a obra pessoalmente (antes e depois do contrato ser assinado), confira se o cronograma está sendo cumprido em dia e fique atento a qualquer alteração no planejamento.
Conte com auxílio profissional para conferir o contrato
Para garantir que todos os documentos estão em ordem e ter clareza de cada ponto descrito no contrato, contar com a ajuda de um profissional faz toda a diferença. 
Procure um advogado de confiança para conferir o contrato e esclarecer suas dúvidas. Só feche negócio depois de estar totalmente certo de tudo o que ficará acordado - prazo de entrega, valores e taxas a serem pagas e estrutura geral do imóvel. 
Com os devidos cuidados, o investimento tem tudo para dar certo. Procure um bom corretor e boa sorte na busca!

domingo, 11 de junho de 2017

Com FGTS, financiar imóvel de até R$ 1,5 milhão fica mais barato


Consumidores de classe média alta podem economizar até R$ 250 mil ao final de um financiamento


São Paulo – A decisão do governo de elevar o teto de financiamento de imóveis com uso do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) para R$ 1,5 milhão, em vigor a partir desta segunda-feira, 20, deve trazer algum alívio às incorporadoras, construtoras e consumidores, sobretudo os de classe média e alta.
Mas, para especialistas, a medida não tem potencial para destravar de vez o mercado imobiliário e reinjetar ânimo na construção civil.
A economia para o consumidor mais endinheirado que está em busca da casa própria chega a R$ 250 mil ao final de um financiamento, segundo uma simulação elaborada pelo consultor Marcelo Prata, fundador do site Canal do Crédito. A parcela inicial, por exemplo, fica R$ 1.185,44 mais barata.
Já a taxa de juros pode ser 1,5 ponto porcentual menor entre o regime anterior e as novas regras. O efeito prático da redução no custo do empréstimo, contudo, deve ser maior. O cálculo utiliza a chamada taxa balcão, para quem não tem nenhum relacionamento com o banco.
A resolução aprovada pelo Conselho Monetário Nacional (CMN) na semana passada permite não só o enquadramento no Sistema Financeiro da Habitação (SFH), como já era permitido desde setembro do ano passado, mas inclui também o uso dos recursos do FGTS na compra.
Antes, imóveis a partir de R$ 800 mil ou R$ 950 mil, a depender da região do País, estavam de fora dessa combinação de utilização de dinheiro do Fundo e crédito subsidiado.
“A crise no setor imobiliário é muito mais por falta de confiança dos consumidores e do alto nível de desemprego do que pelos juros em nível elevado. Logo, o incentivo de uso do FGTS tem mais peso”, afirma Prata. Segundo o analista, a prova disso é que não houve recuperação no mercado quando a primeira autorização, que não incluía o FGTS, foi decidida.
A alteração só engloba empreendimentos novos e terá validade até 31 de dezembro deste ano, quando o governo vai reavaliar se mantém o estímulo por mais tempo.
Por excluir o mercado de usados, a medida pode ter efeito reduzido na economia, na avaliação do pesquisador da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe), Eduardo Zylberstajn. “O proprietário de uma unidade usada poderia utilizar a nova regra para partir para um novo”, afirma. “A medida é endereçada às construtoras e só resolve parte do problema, que são os estoques altos”, avalia Prata, do Canal do Crédito.
De todo modo, Zylberstajn acredita que uma parcela da população deve ser beneficiada com a medida. “Desamarra um pouco o FGTS. Quem tem um valor considerável preso no FGTS a uma remuneração baixa agora pode destiná-lo à entrada de um imóvel”, afirma.
Para o presidente do Sindicato da Habitação de São Paulo (Secovi-SP), Flávio Amary, a elevação do teto servirá mais como um empurrão ao setor, mas não será suficiente para produzir alguma pressão de alta nos preços. “Quem tiver recursos para se antecipar neste momento de baixa pode ter benefícios na negociação”, diz.
Um estudo conduzido pela Secretaria de Planejamento e Assuntos Econômicos (Seplan), do Ministério do Planejamento, mostra que a medida vai gerar um impacto de R$ 4,9 bilhões na economia brasileiro neste ano. O reflexo no Produto Interno Bruto (PIB) deve ser de 0,07 ponto porcentual.
Nas contas da Seplan, a iniciativa poderá resultar em um acréscimo anual de R$ 490 milhões nos saques do FGTS. Esses recursos possibilitariam a venda de quatro mil unidades, mostra a projeção. “A medida vai contribuir para retomada do crescimento”, destaca nota do governo.
Amary, do Secovi-SP, é mais otimista e diz que o impacto da medida pode ir além do previsto. “Acredito que a medida deve ser vista num contexto mais amplo. O setor de decoração, por exemplo, deve ser beneficiado com o acréscimo de venda de imóveis novos”, destaca.
O executivo acredita que o atual ciclo negativo do segmento deve estar perto do fim. “Se confirmadas as expectativas de retomada de atividade no fim do ano, o setor deve melhorar as vendas e lançamentos”, afirma.
As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Dicas para organizar a estante

Indispensável por quem ama livros, louças e coleções, as estantes podem ser protagonistas da decoração e se destacarem pela organização (ou não). Confira dicas para deixar esse móvel em ordem e otimizar o tempo na procura dos objetos:
Faxina
Antes de começar a organizar o que tem na estante, tire todos os objetos, observe quais realmente quer manter à vista e limpe todas as prateleiras. Evite guardar todos os enfeites, livros e peças da casa na prateleira. Opte pelos itens favoritos e guarde o restante em um baú ou armário.


Sob medida 
Se quiser trocar a estante, cogite escolhe um modelo com altura regulável, que permite fazer adaptações e evitam o desperdício de espaço. E lembre-se de medir o novo móvel para ter o tamanho perfeito para o ambiente em que será colocado.


Caixas
Quer esconder alguns objetos ou livros? Uma opção é optar por caixas, que podem ser colocadas nas prateleiras, sem prejudicar a decoração.


Proporção
A palavra de ordem “proporcionalidade” de peças. Se existirem 10 objetos, por exemplo, é importante que eles sejam espalhados por toda a prateleira, de maneira harmônica. Caso opte por colocar objetos e livros, os objetos devem servir para “quebrar” a sequência de livros.


Divisão de ambientes
Além de funcionais e elegantes, as estantes podem ainda servir para separar ambientes. Veja só!





domingo, 4 de junho de 2017

Começa no dia 6 de junho a nova campanha da Imobiliária Anderson Martins TOP 100

Começa no dia 6 de junho a nova campanha da Imobiliária Anderson Martins TOP 100.
Selecionamos os 100 melhores aptos de 2 e 3 quartos da Praia da Costa, Itapoã e Itaparica a partir de R$ 135 mil a 350 mil com condições especiais de pagamento. 
Financiamento bancário garantido,
Use o seu FGTS.
Consulte um dos nossos executivos de vendas em nossos pontos de vendas.
www.andersonmartins.com.br



                            

segunda-feira, 22 de maio de 2017

Conheça os diferentes tipos de financiamento imobiliário

Conheça os diferentes tipos de financiamento imobiliário



A compra da casa própria é um sonho para muitos e sinônimo de muito esforço e economia. Para ajudar nessa missão, existem diferentes opções de financiamento imobiliário, as quais dão um empurrãozinho nessa conquista.
Mas antes da compra da casa nova ou do apartamento na planta, por exemplo, é preciso entender como cada tipo de financiamento imobiliário funciona, o que permite que você classifique aquele que está de acordo com o seu orçamento e suas preferências.
É preciso analisar muito bem os detalhes de cada um, bem como as taxas de juros (que sempre vão existir) e o tempo para quitação da dívida. Isso porque, num contrato de financiamento, há cláusulas que determinam o valor das prestações. Aliás, ela é a questão mais importante aqui, pois, dependendo de como é constituída, os valores podem crescer ou decrescer ao longo da quitação da dívida.
Mais: a prestação é dividida em amortização e juros. Amortização é o que está sendo devolvido ao banco pelo dinheiro emprestado, enquanto que os juros são aquele valor referente ao empréstimo desse dinheiro por parte do banco. Lembre-se que você paga juros sobre o saldo devedor, ou seja, aquilo que ainda falta devolver à instituição financeira.
Ficou interessado? Então siga nesta matéria.
Sistema Price
Esse talvez seja o mais popular tipo de financiamento em todo o mundo, apesar de ser cada vez menos utilizado no Brasil. Aqui as prestações são fixas, os juros decrescentes e as amortizações crescentes.
Em um financiamento em dez parcelas, por exemplo, o devedor paga um pequeno valor referente à amortização no primeiro mês; no segundo mês, a quantia referente aos juros é menor, uma vez que o saldo devedor diminuiu no pagamento da primeira parcela, mas o valor da amortização é maior; no terceiro mês os juros caem mais ainda e a quantia relacionada à amortização aumenta. No último mês, o valor dos juros é bem pequeno, enquanto a quantia relacionada à amortização corresponde à maior parte da última prestação.
No entanto, como o Brasil é um país com altas taxas de inflação, a Tabela Price foi adaptada e foram adotados indexadores para reajustar as prestações em função do aumento dos preços. Com isso, as prestações variam de acordo com a inflação.
Assim, a taxa referencial (TR) é utilizada. Ela nada mais é que um indicador pós-fixado, divulgado após o fechamento do contrato de financiamento, o que serve para reajustar as prestações e o saldo devedor.
SAC
O Sistema de Amortizações Constantes, também conhecido como SAC, tem variação de juros, o que faz com que, naturalmente, as prestações diminuam ao longo do financiamento.
Como as parcelas no início do pagamento são maiores, o devedor acaba amortizando mais rápido a dívida e paga um total de juros menor.
Sacre
Esse tipo de financiamento é uma mistura do Sistema Price e do SAC. Assim, com o Sistema de Amortização Crescente (Sacre), as prestações sobem durante um determinado intervalo de tempo até chegarem a um ponto, a partir do qual vão diminuindo.
Aqui também há reajuste pela TR, que na maior parte dos contratos substitui a correção monetária.
Sistema Financeiro de Habitação (SFH)
Esse é um tipo de financiamento feito pelo Governo Federal, sendo garantido através dos recursos do SBPE (Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimos) e do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço).
Regendo a maior parte dos financiamentos imobiliários que ocorrem no Brasil, para que ele aconteça é necessário que o valor máximo de avaliação do imóvel seja de 750 mil reais em São Paulo, Distrito Federal e Rio de Janeiro, e 650 mil reais nos demais estados.
A máxima concessão é de 585 mil reais, sendo que a parcela não deve comprometer mais que 30% da renda daquele que está comprando o imóvel. O prazo para quitar a dívida é de 420 meses, ou seja, 35 anos.
Sistema de Financiamento Imobiliário (SFI)
Esse financiamento também é desenvolvido pelo Governo Federal, tendo sido criado para servir de complemento ao SFH. Aqui, no entanto, há um maior risco, o que faz com que os juros sejam maiores e variáveis.
Isso porque esse financiamento não exige um valor máximo de avaliação do imóvel nem um limite de renda comprometida. O valor de concessão varia entre 80% e 90% e o prazo para quitar a dívida também é de 420 meses.
Minha Casa Minha Vida
Criado em 2009 pelo Governo Federal, ele dá acesso à aquisição da casa própria pelas famílias de baixa renda. Está dividido em duas modalidades: famílias que ganham até mil e 600 reais por mês e famílias que ganham até 5 mil reais por mês.
No primeiro caso, é possível obter um financiamento para até 95% do valor total da casa, sendo que as taxas de juros são reduzidas. O mínimo que se paga em cada parcela é de 25 reais, e o prazo máximo para quitar a dívida é de 10 anos.
No segundo, no entanto, o governo não subsidia o valor da habitação, mas os juros também são baixos. Aqui os beneficiados podem quitar a dívida em até 30 anos.

Por que recorrer a uma imobiliária na hora de fechar negócio?


Por que recorrer a uma imobiliária na hora de fechar negócio?

É comum ter dúvidas na hora de comprar um imóvel. São tantas opções no mercado que você acaba ficando cheio de questões a serem solucionadas. Essa decisão é influenciada pela forma de pagamento, diferenciais do imóvel e detalhes que muitas vezes não são nem levados em conta pelo comprador. É por isso que ter um profissional capacitado para ajudar na escolha é fundamental.
Às vezes, algumas facilidades encontradas nesse processo podem se mostrar bastante atrativas para um leigo no assunto - como, por exemplo, uma melhor negociação na forma de pagamento. Em contrapartida, elas escondem armadilhas e fazem com que você perca dinheiro ou, pior, o imóvel tão desejado e procurado.
Por isso, para não ter dor de cabeça, o mais indicado é que você analise as opções de compra com o auxílio de um corretor – por meio de uma imobiliária – para que o negócio seja certeiro.
O corretor, além da comodidade, ainda passa maior segurança no processo de compra. Entre outras tarefas, esse profissional vai esmiuçar os documentos que comprovam se o imóvel está regular, algo que pode não ser tão bem feito por um comprador que negocia direto com o proprietário do imóvel.
Além disso, nos dias corridos de hoje, ninguém pode reclamar de ganhar algumas horinhas, certo? Pois a imobiliária se dedica exclusivamente a achar o imóvel ideal para as suas necessidades dentro do tempo estipulado por você. Lembre-se de que os corretores de imóveis dedicam seu tempo de serviço para procurar o imóvel que o cliente deseja.
Outro ponto positivo: por seu know how, a imobiliária está apta a atender o cliente com conhecimento das situações que podem blindar a negociação. Sendo assim, a chance de acontecer um erro de percurso é praticamente zero, já que a negociação é de responsabilidade do corretor e da imobiliária. Isso significa que se futuramente o imóvel negociado apresentar algum risco, tanto a imobiliária quanto o profissional responsável pela venda respondem na justiça.
Aliás, falando em justiça, a imobiliária também é responsável por prestar assessoria jurídica e acompanhar todo o processo do contrato. Essa intermediação traz rapidez nas etapas burocráticas e ajuda a resolver dúvidas entre as partes.
Mas fique atento: a negociação via terceiros deve ser feita por um profissional credenciado pelo CRECI (Conselho Regional de Corretores de Imóveis), já que outras formas de auxilio são ilegais.
Outro ponto que traz facilidade a esse processo é o fato de a imobiliária garantir a qualidade de seu portfólio. Além de você ganhar tempo por não ter de procurar por inúmeras opções, os imóveis apresentados pelo corretor são previamente analisados para o seu perfil.
Se você pensa na dificuldade em conseguir um desconto maior no preço total do imóvel ao ter uma imobiliária intermediando a negociação, lembre-se de que é melhor ficar sem o desconto dos 6% (preço pago à imobiliária) e ter garantias no negócio, do que ter o valor reduzido e perder o imóvel por não ter verificado a idoneidade da compra.
Outro lado da moeda
Para aqueles que querem vender ou alugar o seu imóvel, a imobiliária também é uma boa opção. Primeiro porque, para que haja interessados no seu produto, é preciso ter uma boa divulgação. As imobiliárias fazem isso muito bem.
As empresas se responsabilizam em promover o imóvel da melhor forma possível para conseguir um inquilino ou comprador. A máxima de que aquele que quer ter sucesso precisa ser visto cabe direitinho aqui.
Além disso, é de responsabilidade da imobiliária coletar os dados do locador e do locatário, fazendo, inclusive, a análise de crédito para garantir o cumprimento de suas obrigações. Assim, a imobiliária se responsabiliza pela gestão do contrato, tanto na entrada do inquilino, quanto durante o período de vigência do documento.